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  • Automação residencial: o que priorizar para ganhar funcionalidade no dia a dia

    Automação residencial é a integração de tecnologias para controlar funções básicas de um imóvel, como iluminação, temperatura e segurança, visando simplificar o cotidiano e otimizar o uso dos espaços. O objetivo central não é apenas a tecnologia pela tecnologia, mas a criação de um ambiente que responda de forma fluida às necessidades de quem vive nele.

    Antes de adquirir dispositivos conectados, é necessário verificar a base do imóvel. A automação depende inteiramente da estabilidade da rede local.

    Ao implementar melhorias, o foco deve ser na resolução de problemas rotineiros ou na eliminação de pequenas tarefas repetitivas.

    O excesso de automação pode complicar o uso do imóvel. A premissa de um sistema bem projetado é que ele seja intuitivo o suficiente para ser utilizado por qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico prévio.

    Avalie quais processos realmente consomem seu tempo ou geram desconforto antes de investir em equipamentos. A automação deve ser invisível, servindo ao morador e não o contrário.

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  • A importância do habitasse para a regularidade documental do seu imóvel

    Muitos proprietários só descobrem a falta do "Habite-se" no momento em que decidem vender ou financiar o imóvel, enfrentando uma barreira burocrática que trava a negociação. Esse documento, emitido pela prefeitura, é a prova oficial de que a construção foi finalizada seguindo todas as exigências do projeto aprovado e as normas de segurança locais. Sem ele, a propriedade não existe legalmente como um espaço pronto para moradia.

    O Habite-se não é apenas um carimbo em um papel; ele atesta que a edificação possui as condições mínimas de habitabilidade. Durante a vistoria técnica, os órgãos municipais conferem itens cruciais, como a instalação correta de sistemas elétricos, hidráulicos, condições de acessibilidade e o cumprimento do zoneamento urbano. Quando uma construção é concluída sem essa etapa, o imóvel permanece em situação irregular perante o município, o que impede a emissão do número de contribuinte específico para cada unidade ou a averbação correta da construção na matrícula do terreno.

    A ausência desse documento gera um efeito dominó que pode inviabilizar transações. A maioria dos bancos exige o Habite-se para conceder crédito imobiliário, pois a instituição financeira precisa garantir que o imóvel oferecido em garantia está em conformidade com a legislação. Além disso, a falta da regularização deixa o proprietário vulnerável a multas municipais ou até mesmo a ordens de demolição, dependendo da gravidade das irregularidades encontradas na estrutura. A irregularidade documental torna a transferência de titularidade no Cartório de Registro de Imóveis um processo arriscado ou impossível, já que a escritura não refletirá a realidade física da construção.

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    Para quem se encontra nesta situação, o primeiro passo é consultar a prefeitura da sua cidade para entender o histórico da obra e quais pendências ainda impedem a liberação do documento. Muitas vezes, é necessário contratar profissionais habilitados, como engenheiros ou arquitetos, para elaborar um projeto de regularização ou realizar as adequações necessárias exigidas pelo código de obras atual. O processo envolve a revisão de projetos, novas vistorias técnicas e o pagamento de taxas. É um caminho que exige paciência, mas é a única forma de garantir que o seu patrimônio esteja plenamente resguardado e apto para qualquer movimentação legal no futuro.

    Garantir que a documentação esteja em dia é o melhor investimento para quem deseja ter tranquilidade na gestão da sua propriedade e evitar surpresas desagradáveis quando o imóvel precisar ser transferido ou utilizado como garantia.

  • O que verificar na pressão da água antes de fechar o contrato de locação

    A pressão da água é um daqueles detalhes que passam despercebidos durante uma visita rápida, mas que definem a qualidade de vida diária após a mudança. Em muitos edifícios, especialmente os mais antigos ou aqueles localizados em pontos específicos da rede de abastecimento, a força com que a água chega às torneiras e ao chuveiro pode variar drasticamente. Ignorar esse teste simples pode transformar o banho revigorante em uma tarefa frustrante ou tornar a limpeza da louça um exercício de paciência.

    Para não ser pego de surpresa, incorpore uma rotina de checagem técnica durante a vistoria do imóvel. Não tenha receio de abrir torneiras ou acionar descargas; esse é o momento de validar o funcionamento do que será, em breve, a sua infraestrutura de uso diário.

    A força da água não depende apenas da gravidade ou da altura da caixa d'água. Existem variáveis ocultas que interferem diretamente no resultado final e que devem ser consideradas antes de assinar qualquer compromisso.

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    A idade do imóvel é um ponto crítico. Tubulações de ferro galvanizado, comuns em construções mais antigas, tendem a sofrer com a corrosão interna ao longo das décadas, o que obstrui a passagem da água e reduz severamente a pressão disponível. Já em construções recentes, o problema pode estar no cálculo do projeto hidráulico, que nem sempre previu a necessidade de pressurizadores para compensar a distância entre o reservatório e os pontos de consumo.

    Além disso, a localização do imóvel no bairro também conta. Em regiões onde a rede pública sofre com oscilações frequentes de pressão, o imóvel que não possui um reservatório dimensionado corretamente ou que não conta com sistemas de bombeamento adequados estará sujeito a interrupções ou fluxos instáveis.

    Ao terminar a vistoria, caso note irregularidades, questione o proprietário ou o responsável pela administração do imóvel sobre manutenções recentes ou soluções planejadas para a rede hidráulica. Se as respostas forem evasivas ou se os problemas forem recorrentes, considere solicitar uma avaliação técnica mais detalhada antes de formalizar a locação, garantindo assim que o funcionamento básico do imóvel esteja alinhado com suas necessidades.

  • O reflexo da ventilação cruzada na eficiência energética de edifícios contemporâneos

    Ao caminhar por um apartamento em um dia quente, é comum notar como a sensação térmica muda drasticamente conforme nos movemos pelas janelas. Em alguns ambientes, o ar parece estagnado, pesado e retido pelas paredes; em outros, uma brisa constante torna o espaço agradável mesmo sem o auxílio de aparelhos eletrônicos. Essa diferença simples, que muitas vezes atribuímos apenas à sorte ou à posição do sol, é, na verdade, o resultado direto de como o projeto do edifício lida com o movimento natural do ar.

    A ventilação cruzada acontece quando existem aberturas posicionadas em fachadas opostas ou adjacentes de uma edificação, permitindo que o vento entre por um lado e encontre uma saída pelo outro. Esse fluxo não apenas renova o ar do ambiente, mas desempenha um papel fundamental na remoção do calor acumulado nas superfícies internas e nos móveis ao longo do dia. Quando a estrutura é pensada para favorecer esse caminho, o ar em movimento retira a energia térmica retida pelas paredes e pelo teto, dissipando-a para o exterior.

    Para que esse fenômeno seja eficiente, a disposição das janelas e portas deve considerar a orientação dos ventos predominantes da região. Projetos contemporâneos que levam isso a sério evitam o bloqueio interno de correntes de ar através de uma planta mais aberta ou pelo uso de elementos vazados que permitem a passagem da ventilação sem comprometer a privacidade. Diferente do uso do ar-condicionado, que resfria mecanicamente o ar, a ventilação cruzada atua na causa do desconforto: o acúmulo de calor interno.

    A eficácia desse sistema depende de alguns pontos de atenção que podem ser observados tanto por quem busca um novo imóvel quanto por quem planeja reformas:

    É importante notar que a ventilação natural não substitui totalmente os sistemas de climatização em todos os climas ou épocas do ano, mas ela altera significativamente a carga térmica que esses equipamentos precisam combater. Em muitos edifícios contemporâneos, a integração desse conceito desde a fase de projeto permite que os moradores utilizem aparelhos elétricos apenas em períodos de pico de calor extremo, ou que os mantenham em potências muito menores, já que o ambiente naturalmente se mantém em uma temperatura próxima à externa.

    O desafio reside no equilíbrio entre a vedação necessária para o isolamento acústico — cada vez mais importante em centros urbanos densos — e a abertura necessária para o conforto térmico. O uso de janelas com diferentes tipos de abertura, como as basculantes ou oscilobatentes, pode ser uma alternativa para permitir a renovação do ar mesmo em dias de vento forte ou chuva, sem comprometer a segurança ou o silêncio interno.

    Para quem avalia um imóvel, observar a disposição das janelas em relação às fachadas opostas é uma forma direta de entender como o espaço irá se comportar ao longo das estações. Se você prioriza o uso racional de energia e um ambiente com ar renovado, busque identificar se o layout permite que o vento percorra a unidade de ponta a ponta. A análise técnica feita por arquitetos durante a concepção do edifício é o que define, em última instância, se o projeto facilitará ou dificultará essa troca constante de ar.

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  • O que observar na pressão da água e rede elétrica ao visitar um imóvel usado

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    Ao cruzar a porta de um imóvel usado, é comum que o olhar se perca na disposição dos cômodos, no estado do piso ou na luminosidade natural. No entanto, ignorar os sistemas invisíveis que mantêm o funcionamento da casa é abrir caminho para dores de cabeça imediatas após a mudança. Avaliar a pressão da água e a estabilidade da rede elétrica não exige ser um técnico especialista, mas requer atenção a detalhes que revelam o nível de conservação real da infraestrutura.

    A primeira providência ao testar a água é observar o funcionamento simultâneo. Não se limite a abrir uma torneira isolada. Abra o chuveiro, dê descarga e, ao mesmo tempo, abra uma torneira na cozinha ou na área de serviço. Se o fluxo em um dos pontos cair drasticamente ou começar a oscilar, isso indica que o diâmetro das tubulações pode estar subdimensionado ou, o que é mais frequente, obstruído por incrustações decorrentes do tempo de uso e da qualidade da água da região.

    Preste atenção também ao tempo que a água leva para chegar quente ao chuveiro. Se o sistema de aquecimento for central ou a gás, uma demora excessiva pode esconder problemas de circulação no encanamento ou perdas térmicas significativas ao longo do trajeto. Ao abrir as torneiras, observe a coloração e o odor inicial. Água com coloração turva ou enferrujada nos primeiros segundos de uso pode ser um reflexo da corrosão interna de tubulações metálicas antigas, que possuem uma vida útil limitada e podem exigir substituição completa.

    Não negligencie o barulho. Ruídos excessivos de vibração ou "golpes" no encanamento ao fechar uma torneira costumam sinalizar a ausência de válvulas de alívio ou problemas na fixação da tubulação dentro das paredes. Em condomínios, a pressão pode variar conforme o andar, mas o fluxo constante e estável é o parâmetro principal. Caso note infiltrações ou manchas úmidas próximas aos registros e pontos de saída, não descarte a possibilidade de falhas nas vedações ou fissuras crônicas nas conexões ocultas.

    A rede elétrica de um imóvel usado é o coração invisível que dita a segurança dos aparelhos que você pretende instalar. O ponto de partida deve ser o quadro de distribuição. Se o imóvel mantiver fusíveis cerâmicos antigos em vez de disjuntores modernos, saiba que o sistema provavelmente não foi atualizado para as demandas atuais. Abra a tampa do quadro e verifique se há sinais de superaquecimento, como marcas de chamuscado, fios com isolamento ressecado ou cheiro característico de plástico derretido.

    Observe a quantidade de tomadas e a sua disposição. Casas mais antigas costumam ter poucos pontos de energia, o que força os moradores a utilizarem extensões e benjamins, os famosos "Tês". Essa sobrecarga constante é um indício de que a fiação pode não suportar o uso simultâneo de eletrodomésticos básicos. Além disso, verifique se as tomadas seguem o padrão atual de três pinos. Se a fiação antiga foi apenas adaptada, pode faltar o fio terra, fundamental para proteger equipamentos sensíveis e evitar pequenos choques ao manusear aparelhos com carcaça metálica.

    Teste os interruptores e observe se há algum atraso ou falha ao acender as luzes. Lâmpadas que piscam ou oscilam sem motivo aparente podem indicar conexões soltas ou oxidadas dentro das caixas de passagem. Em um cenário hipotético, se ao ligar o chuveiro você notar uma queda visível na intensidade das luzes, o sistema está sobrecarregado ou os cabos de alimentação do imóvel possuem uma bitola inferior à necessária para a carga instalada. Esse é um sinal claro de que a infraestrutura elétrica não acompanhou a modernização dos hábitos de consumo.

    A avaliação desses dois sistemas deve ser feita com foco na capacidade de adaptação que você deseja para o imóvel. Questione-se se o nível de intervenção necessário para corrigir as falhas observadas está dentro do seu orçamento e cronograma. Pequenos ajustes, como a troca de uma torneira ou a substituição de espelhos de tomadas, são manutenções simples. Contudo, quando a falha aponta para a necessidade de quebra de alvenaria para trocar tubulações inteiras ou para o reencabeçamento total do quadro de força, o cenário muda.

    Considere a idade da edificação como um balizador. Imóveis construídos há muitas décadas podem exigir uma modernização completa de infraestrutura para atender à carga elétrica atual. Se após a visita restar dúvida sobre a integridade das instalações, solicite ao proprietário o histórico de reformas ou a planta técnica do imóvel. A clareza sobre o que está por trás das paredes é o filtro definitivo para saber se o imóvel oferece a segurança e o conforto necessários para o seu estilo de vida ou se os custos de adequação inviabilizam a escolha.

  • O que a certidão de ônus reais revela sobre o histórico do seu futuro imóvel

    Muitas pessoas chegam ao momento da assinatura da escritura pública focadas apenas no preço final ou na decoração dos ambientes. Essa empolgação inicial é natural, mas ignorar a leitura técnica de documentos fundamentais é o caminho mais curto para transformar a conquista da casa própria em uma sucessão de entraves burocráticos. A certidão de ônus reais é o espelho de saúde jurídica de uma propriedade e, embora pareça apenas mais uma folha impressa no cartório, ela contém o histórico completo das garantias e impedimentos que pesam sobre o bem.

    A matrícula de um imóvel funciona como um prontuário de vida. Nela, cada movimentação significativa deve ser registrada para que tenha efeito legal perante terceiros. Quando você solicita a certidão de ônus reais com negativa de ações reais e pessoais reipersecutórias, o objetivo é verificar se existe qualquer obstáculo que impeça a transferência limpa da propriedade. O erro mais comum aqui é acreditar que a simples existência de uma anotação na matrícula torna o negócio impossível. Nem sempre isso é verdade, mas ignorar a natureza da anotação é um risco desnecessário.

    Muitas vezes, encontram-se registros de hipotecas antigas de financiamentos já quitados, mas que, por descuido do proprietário anterior, não tiveram a baixa formalizada. Esse tipo de "fantasma" documental causa atrasos significativos na lavratura da escritura, pois o banco credor precisará fornecer uma carta de quitação e o cartório precisará de tempo para processar o cancelamento. O segredo é ler as datas e as naturezas das averbações. Se você encontrar uma penhora judicial ou um usufruto vitalício, o cenário muda drasticamente, exigindo uma análise jurídica aprofundada para entender se aquela dívida ainda é exigível ou se o direito de usufruto permanece vigente.

    Outro descuido recorrente envolve confundir o nome do proprietário que consta na capa do documento com a real situação atual do bem. Em situações onde o imóvel foi objeto de sucessivas transações de gaveta ou inventários não finalizados, a certidão revela se o vendedor que está negociando com você possui legitimidade plena para dispor daquele patrimônio. Se a matrícula aponta que o imóvel está dado em garantia a uma dívida de longo prazo, a transação não pode ocorrer sem a anuência expressa do credor, que geralmente é uma instituição financeira.

    Tentar contornar esses pontos sem a devida regularização é um erro que pode invalidar a própria aquisição. Se um imóvel está sob arresto judicial, por exemplo, ele está indisponível para venda. Muitos compradores ignoram a necessidade de conferir a certidão atualizada — emitida com menos de trinta dias — e acabam baseando a decisão em papéis que não refletem a situação do imóvel no momento presente. A tecnologia atual permite que muitos cartórios emitam documentos digitais, mas a validação do conteúdo exige atenção aos detalhes, como a existência de averbações premonitórias que indiquem processos em curso contra os proprietários anteriores.

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    Compreender a natureza de cada termo que aparece no documento é essencial para não tomar decisões precipitadas. Um ônus real é, em essência, uma carga ou gravame que recai sobre o imóvel, como uma hipoteca ou uma alienação fiduciária, que limita o exercício pleno da propriedade enquanto a dívida existir. Já os impedimentos, muitas vezes ligados a processos judiciais, impedem o registro da transferência da propriedade, bloqueando a matrícula.

    O erro de leigo é achar que o imóvel está "limpo" só porque não há dívidas visíveis na superfície. Existem casos onde a ausência de registros não significa ausência de problemas, mas o documento que você tem em mãos é a sua maior segurança. Se o proprietário alega que uma pendência foi resolvida, mas ela ainda consta na certidão, a responsabilidade de provar a baixa é sempre de quem vende. Nunca aceite promessas verbais de que "o cartório resolve depois da assinatura". A conferência minuciosa evita que você assuma a dívida de terceiros ou se torne proprietário de um bem que não pode ser transferido para o seu nome por falta de quitação de uma pendência antiga.

    Após ter o documento em mãos e identificar o histórico completo, o próximo passo lógico é confrontar os dados com o que foi prometido na proposta inicial. Se a certidão revelar ônus que não foram mencionados durante a negociação, você tem o direito de solicitar que o vendedor providencie a baixa antes de qualquer desembolso financeiro, como o sinal ou o pagamento da entrada. Caso a pendência envolva questões judiciais complexas, o ideal é solicitar o auxílio de um advogado especializado para analisar o teor dos processos vinculados à matrícula.

    Mantenha uma cópia de todas as certidões emitidas durante o processo de negociação. Se o imóvel estiver livre de ônus, a certidão servirá como a prova documental de que você verificou a situação antes da compra. Caso existam ônus, o acompanhamento das averbações de cancelamento deve ser feito de perto, com consultas periódicas à matrícula até que o imóvel esteja, de fato, livre para ser registrado em seu nome. O cuidado com essa documentação é a base de uma transação tranquila e é o que garante que o imóvel que você escolheu seja, de fato, seu, sem vícios ou surpresas jurídicas no futuro. Entre em contato com o Cartório de Registro de Imóveis da circunscrição do bem para solicitar a certidão atualizada e comece sua checagem agora mesmo.

  • Manual básico para entender a diferença entre área útil e área total na escritura

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    Ao receber as chaves de um apartamento novo ou analisar a papelada de uma casa que acabou de comprar, é comum se deparar com números que parecem não bater com a sensação espacial de cada cômodo. Você olha para a metragem escrita no papel e, ao caminhar pelos ambientes, tem a impressão de que o espaço disponível para seus móveis é bem menor do que o anunciado. Essa confusão é quase um rito de passagem para quem entra no mercado imobiliário e deriva, quase sempre, de uma leitura apressada da distinção entre área útil e área total na documentação.

    Por que existe essa discrepância entre o que se paga e o que se pisa?

    A resposta reside na forma como a construção é contabilizada para fins legais e de registro. A área útil, frequentemente chamada de área privativa, refere-se estritamente à superfície interna do imóvel, delimitada pelas paredes que separam o seu espaço das áreas comuns ou de outras unidades. É, na prática, o chão onde você pisa, o espaço que você pode decorar, reformar ou medir com uma trena de parede a parede. Se você retirar os móveis e medir o perímetro interno de cada cômodo, a soma total dessa metragem deve corresponder ao que está registrado como área útil. É o lugar onde a vida acontece, onde o sofá encaixa e onde o tapete se acomoda.

    Como o cálculo da área total acaba incorporando outros elementos?

    A área total, por outro lado, é um somatório muito mais abrangente. Ela engloba a área útil, somada a uma parcela proporcional das áreas comuns do edifício — como o hall de entrada, os corredores, a garagem, a sala de festas e até a espessura das paredes externas. Em edifícios de apartamentos, cada unidade detém uma fração ideal do terreno e das dependências de uso coletivo. Quando se calcula a área total, o registro imobiliário inclui esse pedaço invisível do condomínio que, embora você não possa colocar uma estante, faz parte da propriedade que você adquiriu. É por isso que, em prédios com amplas áreas de lazer, a diferença entre a metragem útil e a total costuma ser bem mais acentuada do que em construções mais enxutas.

    Quais são os riscos de ignorar essa distinção ao comparar imóveis?

    O maior perigo é pautar uma decisão baseada apenas no número maior que aparece no anúncio ou na primeira página da escritura. Ao comparar dois imóveis com a mesma área total, você pode estar comprando unidades com disponibilidades internas completamente diferentes. Um apartamento pode ter uma área útil generosa porque o condomínio é simples, sem grandes salões de jogos ou áreas de lazer sofisticadas. Outro, com a mesma área total, pode oferecer um espaço interno reduzido justamente porque a metragem foi "diluída" em uma infraestrutura externa robusta. Se o seu objetivo principal é ter uma sala maior ou um quarto mais espaçoso, olhar apenas para a área total é o caminho mais rápido para uma frustração no momento da mudança.

    Onde encontrar essas informações com precisão?

    Toda essa fragmentação de dados deve estar descrita na matrícula do imóvel, o documento que guarda o histórico completo da propriedade. É lá que se encontram as frações ideais e a divisão técnica do que compõe a unidade. Muitas vezes, a escritura pública, que é o documento gerado no momento da compra e venda, traz apenas um resumo. Se houver qualquer dúvida sobre o que compõe exatamente a metragem que está sendo negociada, a consulta à certidão de ônus reais e à planta aprovada na prefeitura pode sanar o problema. É nesses documentos que a engenharia e o direito se cruzam para definir o que, legalmente, é seu.

    Como verificar se a metragem informada é real?

    Se você está diante de um imóvel usado e sente que os números do papel não condizem com a realidade vista, a saída é o levantamento métrico. Embora a metragem da escritura seja a oficial para fins de registro e cobrança de impostos, o desgaste natural de uma construção ou mesmo pequenas reformas feitas por proprietários anteriores podem alterar a percepção do espaço. Em casos de dúvida sobre a área útil, uma medição técnica feita por um profissional habilitado pode esclarecer se houve alterações estruturais significativas ou se a contagem original seguiu os padrões exigidos pela norma técnica vigente à época da construção.

    Antes de assinar qualquer documento, peça ao proprietário ou à imobiliária a cópia da capa do IPTU ou a certidão de inteiro teor do imóvel, onde a distinção entre área útil, área comum e área total deve aparecer de forma discriminada. Ao ter esses dados em mãos, reserve um tempo para comparar essas frações com as suas prioridades de uso; essa checagem simples evita que você pague por metros quadrados de fachada ou de garagem esperando encontrar metros quadrados de sala de estar.

  • Promoção de negócios locais

    Primeiro, crie uma lista de diretórios disponíveis. Em seguida, pergunte ao redor para ver quais desses clientes atuais estão olhando para você para descobrir qual seria o mais relevante para você. Você pode achar que alguns são mais valiosos do que outros.

    Diretório de imobiliárias locais em San Diego – Você provavelmente vai querer considerar os diretórios: Câmara de Comércio Local Ciclo de negócios Páginas amarelas Além desses diretórios on-line locais mais comuns, você também pode ver se há um jornal ou revista local que faça diretórios especiais do setor durante o ano.

    Junte-se ao Yelp – Listar sua imobiliária Scream local significa que os clientes em potencial podem encontrá-lo mais facilmente por meio do diretório deste site. Você pode adicionar seu endereço, informações de contato e uma breve descrição da sua imobiliária para atrair novos compradores.

    Os clientes terão a oportunidade de postar fotos e deixar seus próprios comentários. Se você deseja que sua pequena imobiliária apareça no topo das listas do Yelp, considere também a compra de espaço publicitário. Trabalhe com Micro Influenciadores no Instagram – Se você está procurando maneiras de promover seus negócios nas mídias sociais – parceiro micro influenciador . Eles têm muitos seguidores, não estamos falando de Kim Kardashian aqui. Eles são mais baratos, mas seu público costuma ser muito ativo.

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  • A assinatura perante um notário e a entrega das chaves

    Aceito o empréstimo, basta agora assinar a escritura autêntica (ou escritura definitiva de venda), que torna efetiva a compra do seu apartamento a venda e formaliza a mudança de proprietário. Esta última etapa é sempre realizada em cartório, o que torna a escritura “autêntica”.

    Esta escritura de compra e venda lavrada pelo notário ser-lhe-á enviada por correio ou por via eletrônica antes de ser assinada para que a possa ler e verificar a informação que contém. O notário irá enviar-lhe uma chamada de fundos para o seu banco, para que este possa programar a transferência dos montantes devidos para a conta do cartório.

    Também é possível que este pedido de fundos seja transmitido diretamente a você, então você terá que enviá-lo ao seu banco. Estes montantes incluem nomeadamente o saldo devido ao vendedor, o valor das taxas de registo, incluindo as taxas do notário e os impostos pagos ao Estado, bem como quaisquer taxas de agência imobiliária. www.remax.com.br/apartamento-a-venda-em-asa-norte-brasilia/
    Em seguida, chega o dia da assinatura, que tradicionalmente ocorre em cartório, na presença de todas as partes envolvidas (vendedor, comprador e, se for o caso, agente imobiliário). No entanto, a crise da saúde levou em grande parte ao surgimento de assinaturas eletrônicas por videoconferência.

     

  • Considere os valores das casas em áreas próximas

    Para o melhor investimento a longo prazo, construa uma casa de valor
    semelhante às das proximidades. Se você construir uma casa de $ 500.000 em
    uma área onde as outras casas estão sendo vendidas por menos de $ 200.000,
    você pode ter dificuldade em encontrar um comprador para ela se optar por
    vender mais tarde. Além disso, um credor pode não querer financiar uma casa
    em uma faixa de preço que não corresponda aos valores de mercado de outras
    casas na vizinhança. Se você tiver uma planta de casa específica, escolha um
    terreno em um bairro com casas de valor semelhante.
    NÃO espere um empréstimo convencional ao comprar um terreno.
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    Bancos e
    empresas de crédito evitam emprestar dinheiro para terrenos e terrenos vazios
    porque não podem vender esses empréstimos no mercado secundário de
    hipotecas para entidades financeiras como a Fannie Mae. Se o banco não puder
    vender seu empréstimo, ele não poderá recuperar o dinheiro, o que significa que
    o banco corre risco se você decidir desistir.
    Para reduzir o risco, alguns credores podem exigir um grande adiantamento, de
    até 50% do preço de compra, mas outros podem se recusar completamente a
    emprestar dinheiro para terras nuas. Você pode precisar de dinheiro para
    comprar o terreno ou pode negociar um acordo para financiamento do vendedor,
    às vezes conhecido como “contrato de terreno”, o que significa que o vendedor
    geralmente permite que você pague o terreno em parcelas.